
O que é “jejum de dopamina”?
BIG STORY
O que é “jejum de dopamina”?


(Imagem: Axios)
Uma trend do Tik Tok (e da comunidade científica). O “jejum de dopamina” veio para ressignificar os hábitos e comportamentos de milhões de pessoas.
Não entende como? A resposta talvez esteja na sua aula de física do Ensino Médio — quando aprendemos que para toda ação haverá sempre uma reação.
Ok, talvez tenha ficado abstrato…
Com um número cada vez maior de indivíduos vigiados em redes sociais, álcool e alimentos ultraprocessados, as pessoas ficam cada vez mais dependentes de “prazeres momentâneos”.
E sim, existe um neurotransmissor específico associado às noções humanas de prazer e recompensa. O nome da substância é dopamina.
Então, na contramão desses que se deixam levar por “hábitos destrutivos”, um grupo de indivíduos está praticando o que chamam de “jejum de dopamina”. Mas será que isso funciona?
🩺 A dopamina é um neurotransmissor crucial para o cérebro, regulando o prazer, motivação e humor.
Influencia funções motoras, aprendizagem e recompensas, impactando a tomada de decisões e o comportamento.
Sobre o “jejum”
A ideia é simples: ao “desligar” o fluxo desse neurotransmissor — seria possível redefinir o circuito de recompensa cerebral do indivíduo.
A partir disso, os “maus hábitos” seriam substituídos pelos “bons hábitos” — que também nos dão prazer, mas de maneira saudável e sustentável.
🩺 Na prática, isso significa reduzir (ou eliminar) o uso de redes sociais, videogames, se alimentar melhor e cortar álcool ou drogas ilícitas.
Aqui vai um CTRL C + CTRL V do que foi dito pela Dra. Anna Lembke — médica e professora de Psiquiatria da Stanford University.
Observamos que, após cerca de quatro semanas, os pacientes não apenas reduzem os “vícios”, mas também apresentam melhora no humor, ansiedade e qualidade do sono.
Mas calma, não é (literalmente) um jejum
Apesar de seu nome, a prática não significa literalmente parar a produção de dopamina no cérebro.
Na verdade, é uma abordagem direcionada para reduzir ou eliminar temporariamente comportamentos que estimulam excessivamente a produção do neurotransmissor.
Em outras palavras: A ideia é permitir que o cérebro “reconfigure” seu ponto de ajuste de prazer — diminuindo a necessidade de estímulos intensos para sentir satisfação.
Caso queira se aprofundar no assunto — aqui vai uma matéria fantástica que o estagiário encontrou.

Redação

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