O Google vai conseguir disputar o mercado de relógios? ⌚️

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O Google vai conseguir disputar o mercado de relógios? ⌚️

Redação
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18 outubro 2022Última atualização: 18 outubro 2022

Em 2014, o Google deu a primeira pista de que estava de olho no mercado de smartwatches, quando lançou o Android Wear — um sistema operacional para relógios, que, hoje, chama Wear OS.

Na época, a visão da big tech era de que os wearables seriam fundamentais em um mundo multiscreen, para que os usuários tivessem uma experiência completa com seus dispositivos conectados entre si.
  • Parece muito com a visão da Apple. Mas, naquela altura, o Apple Watch ainda não existia. Era apenas um rumor, que virou realidade em 2015.
E o projeto da Maçã deu muito certo. No ano passado, foram quase 50 milhões de unidades vendidas — totalizando mais de US$ 10 bilhões. Veja a participação da big tech no mercado:
Entrando em números… No ano passado, foram quase 130 milhões de relógios inteligentes vendidos. Em dinheiro, isso dá mais de US$ 30 bilhões movimentados pelo segmento.Para efeito de comparação, o mercado de relógios, como um todo, movimentou cerca de US$ 65 bilhões no mesmo período. Ou seja, quase metade do valor veio de smartwatches.Até 2030, as expectativas são de que essa categoria mais que dobre, ultrapassando os US$ 150 bilhõesmovimentados anualmente.

O Google está ficando pra trás?

A vontade da empresa era ter lançado seu smartwatch anteriormente, mas não sem antes ter uma plataforma de saúde e fitness excelente por trás. E, até pouco tempo atrás, não tinha.Foi por isso que, em 2019, o Google adquiriu a Fitbit — empresa de smartwatches pioneira em monitoramento de atividades físicas e saúde —, por mais de US$ 2 bilhões.
Fitbit traz seu conjunto de recursos de gerenciamento de estresse para todos os seus rastreadores de fitness e smartwatches - NotebookCheck.net News
(Imagem: Fitbit | Reprodução)
No entanto, a aquisição só foi concretizada no início do ano passado, por conta de problemas com órgãos reguladores sobre o possível uso dos dados da Fitbit para o Google personalizar anúncios.As duas empresas negaram essa intenção. Segundo a big tech, seu objetivo era absorver a tecnologia da empresa adquiridae aumentar sua presença em saúde e bem-estar.
  • E a Fitbit tinha a “plataforma excelente” que o Google precisava para entrar de cabeça nos smartwatches.
Depois desses anos todos, a companhia — que acabou de lançar seu primeiro relógio próprio —, deve ter um foco maior na categoria.
(Imagem: Google | Reprodução)
Na visão da empresa, atualmente, o verdadeiro ouro do mercado de relógios inteligentes está na saúde e boa forma.Mas, no longo prazo, pode ir muito além disso. A companhia acredita que os smartwatches se tornarão tão importantes quanto os smartphones. Será que essa visão vai se provar correta? E será que vai dar pra brigar com a Apple?
Redação

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