1A reforma que pode “forçar” o seu clube a virar SAF
VARIEDADES
A reforma que pode “forçar” o seu clube a virar SAF


(Imagem: Cesar Greco | Palmeiras)
A nova reforma tributária está mudando radicalmente o custo de manter um clube de futebol no Brasil — especialmente para quem ainda opera como associação civil.
Com a criação do IBS e da CBS, clubes-associação perderão isenções e passarão a pagar bem mais impostos, escancarando a diferença em relação às SAFs (Sociedades Anônimas do Futebol).
- Associações (Flamengo, Corinthians, Palmeiras): a carga estimada sobe para 15,6% (10,6% de IBS/CBS + 5% de INSS);
- SAFs (Botafogo, Cruzeiro, Atlético-MG): seguem pagando uma alíquota única de 6% (TEF), que já inclui tributos e encargos.
Isso é relevante porque, no futebol de elite, essa diferença representa dezenas de milhões de reais por ano.
Um clube que fatura R$ 1 bilhão como associação pagaria cerca de R$ 106 milhões em impostos — sem contar o INSS, que eleva esse valor a mais algumas dezenas de milhões de reais. Como SAF, o valor cairia para R$ 60 milhões.
Na prática, associações passam a operar em desvantagem financeira frente aos rivais, com menos caixa para investir em elenco e estrutura.
A saída mais lógica — embora politicamente difícil — seria virar SAF.. Ao contrário do que muitos imaginam, entrar nesse modelo não exige vender o clube para um dono.

Redação

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